Currículum (Português) e notícias atuais de Axel Bergstedt (Lebenslauf und Aktuelles)

Erdogan: Die Bevölkerung hat vor mir nichts zu befürchten (Erdogan: A população não há nada a temer de mim)

Während des Eroberungskrieges der Türkei gegen die Region Afrin (Syrien) erklärte der türkische Präsident, der z.Z. mit Vollmachten als Diktator regiert, dass die Bevölkerung von ihm nichts zu befürchten habe.

Diese Erklärung wurde von den Großmächten nicht kritisiert. Wer jedoch denken kann, fragt sich natürlich: Warum führt Erdogan denn den Krieg, wenn die Bevölkerung nichts von ihm zu befürchten habe?

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Barin Kobani, von den Türken getötete kurdische Kämpferin.

Eigentlich gibt es heutezutage nur zwei Gründe, Krieg zu führen. Erstens: Vergrößerung des Territoriums (Beispiel: Der Falklandkrieg, als Argentinien einige Inseln erobern wollte, ohne jedoch die Bewohner ermorden zu wollen.). Zweitens: Bekämpfung der Bevölkerung. (Beispiel: Die Eroberung Japans im 2. Weltkrieg. Die Amerikaner wollten nicht ihr Territorium vergrößern, sondern die afri sinjarBevölkerung zum Frieden zwingen und Kriegsverbrecher bestrafen.)

(Früher gab es noch als dritten Grund die Raubzüge, bei denen etwa die Wikinger Schätze raubten und danach wieder das Land verließen. Viele Kriege haben außerdem mehrere Gründe)

Jeder weiß, dass Erdogan laut eigenem Bekunden die Kurden bestrafen will. Jeder weiß, dass die Türken seit etwa 100 Jahren die Kurden bekriegen, weil sie Kurden sind. Zuvor hatten die Türken andere, meist christliche Minderheiten verfolgt und letztendlich vernichtet. nachdem die letzte große Minderheit, die Armenier, zwischen 1915 und 1920 in einem großen Völkermord vernichtet worden waren, blieben nur noch die Kurden, die verfolgt werden, obwohl sie selbst Moslems sind.

jesiden

Befreite jesidische Mädchen (facebook)

Aufgrund des Bündnisses der Kurden in Syrien mit den USA fungierten diese auch als Beschützer vieler Christen und Jesiden. Auch diese sind mit dem türkischen Eroberungszug in die Hände Erdogans gefallen, von dem sie sicherlich kein besseres Schicksal zu erwarten haben als die Christen, die früher in der Türkei gewohnt haben. Besonders die Verfolgung der Jesiden, die im Gegensatz zu den Christen keinen Minimalschutz im Koran zugesprochen bekommen haben, ist bereits im Gange; sogar ihre Dörfer sollen umbenannt werden, damit zukünftig nichts an sie erinnert. (Quellen: Jesidische und Kurdische Informanten aus dem Kriegsgebiet via facebook, International Hatune Foundation, independent news, u.a.) Seien wir ehrlich: Konnte man von einem islamistischen Diktator etwa anderes erwarten?

Wenn wir in Deutschland etwas tun wollen, sollten wir diese verfolgten Minderheiten bei uns aufnehmen anstatt das Land mit Leuten zu füllen, die oft zu den Verfolgern oder zumindest zur herrschenden Mehrheit gehören, also keine Verfolgung erleiden und statt dessen ihren Hass auf alle, die nicht islamisch sind, nach Europa tragen.

Erdogan: A população não há nada a temer de mim:

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Jesidisches Frauenbataillon. Die Mehrheit der Frauen und Mädchen waren bereits einmal Vergewaltigungs- und Folteropfer der Islamisten. (Quelle: Stern)

Durante a guerra e conquista da região Afrin (Síria) o presidente ou ditador turco Erdogan disse, que a população não teria nada a temer dele.

As potências como os EUA não critizaram a declaração. Mas quem sabe pensar, pergunta-se, por que o Erdogan então conquistou a região.

Geralmente só existem duas razões por que se começa uma guerra.

1.Aumentar o território

2.Punir a população.

Todos sabem, que Erdogan quer, segundo ele mesmo, punir os curdos. Há 100 anos que os turcos guerream os curdos. Antes eles acabaram com aas minorias cristãos como os armênios. Tendo acabado com eles, seu ódio se voltou contra a única minoria restante: os curdos, embora que estes sejam também muçulmanos.

Os curdos na Síria são oficialmente aliados dos EUA e recebem armas, ao outro lado prometeram não matar cristãos nem yazidis ou outras minorias menores. Muitos cristãos es yazidis refugiaram-se no território curdo. Agora eles caíram nas mãos de Erdogan. Após os turcos terem matado quase todos cristãos antes habitando na Turquia não têm muita esperança.

 

Aviso atual/Aktueller Hinweis:

Milhares de meninas vulneráveis, na maioria menores, da Inglaterra foram estupradas, torturadas e prostituídas por gangues muçulmanos, como publicaram as mídias maiores na semana passada, por exemplo a Welt. Claro, que não se trata somente das mil meninas mencionadas da cidade Telford, mas que junto às outras cidades da Inglaterra chegam a muitas milhares.

Há mais de cinco anos que escrevemos sobre o tema. Em vez de reagirem e mostrarem solidariedade com as vítimas fomos muitos de nossos contemporâneos nos xingaram de racistas, islamofóbicos, nazistas, pedófilos, anarquistas e até terroristas, fomos ameaçados, difamados e investigados pela polícia, censurados pelo facebook, google e outras mídias.

Queremos pedir às vítimas da Inglaterra, que nos perdoem que não encontramos um meio para alertar a sociedade da forma melhor de seu sofrimento. Queremos enfatizar, que este procedimento de grupos muçulmanos contra mulheres e meninas não muçulmanas é comum em quase todos os países muçulmanos e é frequentemente importado em outros países, onde vivem minorias muçulmanos. A maioria dos homens muçulmanos, segundo enquetes, não vê nada de errado nesse procedimento, deste que se trate de meninas „não crentes“, i.e. não muçulmanas.

Claro que condenamos da mesma forma tentativas de outros grupos como as máfias que prostituem e escravizam meninas e mulheres e, às vezes, também crianças e homens.

Tausende  Mädchen, überwiegend minderjährig und aus sozial schwachen Familien, wurden in England von islamischen Banden vergewaltigt, gefoltert und zwangsprostituiert, wie die großen Medien in der letzten Woche veröffentlichten, zum Beispiel die Welt. Selbstverständlich sind es nicht nur die erwähnten Tausend Mädchen aus Telford, sondern auf ganz England hochgerechnet ergeben sich viele Tausende.

Seit über fünf Jahren haben wir darüber berichtet und geschrieben. Anstatt zu reagieren und den Opfern zu helfen und ihnen Solidarietät zu zeigen, haben viele unserer Mitmenschen uns als Rassisten, islamfeindlich, Nazis, pädophil, Anarchisten und sogar als Terroristen beschimpft; wir wurden diffamiert, ausgegrenzt, bedroht, angezeigt und unsere Artikel wurden von google, facebook und anderen zensiert und gelöscht.

Wir können uns nur bei den Opfern aus England dafür entschuldigen, dass es uns nicht gelungen ist, ein Mittel zu finden, um die Gesellschaft bereits früher für ihre Qualen und das Unrecht zu sensibilisieren. Wir weisen auch jetzt audrücklich darauf hin, dass es sich bei dem Vorgehen der islamischen Banden gegen nichtislamische Frauen und Mädchen um keinen Sonderfall, sondern um ein in vielen islamischen Ländern vollkommen normales und gesellschaftlich und staatlich toleriertes Phänomen handelt, das zunehmend auch in Länder importiert wird, in denen islamische Minderheiten leben, da die Mehrheiten sich aus falsch verstandener Toleranz heraus nicht wehren. Umfragen belegen das schockierende Ergebnis, dass die Mehrheit der islamischen Männer an diesem Vorgehen nichts Verkehrtes erkennen kann, solange es sich nur um „ungläubige“, d.h. nichtislamische Mädchen handelt.

Selbstverständlich verurteilen wir in gleichem Maße auch Versuche anderer Gruppen wie etwa der Mafias, Mädchen, Frauen und manchmal auch Jungen und Männer zu prostituieren und zu versklaven.

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Curriculum de Axel Bergstedt

Nascido: 02.04.52, Hamburg,

Faculdades:

1979 – 1988   Música para Ensino Médio, na Escola Superior de Música e Teatro, Hamburgo, e Universidade Hamburgo

Carreira profissional:

1982 – 1988   Organista e maestro na Igreja Luterana Hamburgo

1989 – 2000  Professor de Música e Biologia na Escola Hamburg-Bahrenfeld, além disso líder de vários corais e orquestra

2001 – 2002    Trabalho social como voluntário em Belo Horizonte, com musicalização para 150 crianças

2003 – 2005   Continuação do trabalho como músico contratado por igrejas, Programa Criança Feliz e outras ONGs em Belo Horizonte

2005 –  2016   Trabalho em Cariacica e Vitória, ES como professor de música em escolas e igrejas e também na faculdade de música. Liderança de vários corais.

2016   Professor de música na Escola de Música do Bairro Nova América, Rio de Janeiro. Aulas de Piano, canto, clarineta e outros instrumentos.

*Curso pós-graduativo: Educação e artes (2013)

*Carteiras: De motorista de carro, caminhão e carteira de habilitação náutica

*Trabalho para o Festival de Corais Infantis de Hamburgo 1993 – 95

*Trabalho com bandas de igrejas

*Trabalho com refugiados perseguidos cristãos e yazidis, acompanhamento psicológico de vítimas e publicações sobre as matanças, estupros e outras atrocidades sistematicamente cometidas por milícias muçulmanas.

Links: Blog Estado Islâmico (Islamischer Staat)

Fundação Irmã Hatune Internacional

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